segunda-feira, 18 de junho de 2012

Saiba quais serviços são mais seguros em redes sem fio públicas


Alguns serviços são mais seguros para serem usados em redes sem fio públicas do que outros – usar o Live Messenger não é o mesmo que usar o Skype ou o Google Talk. E também há diferença nos sites de buscas, nas redes sociais e nos serviços de mensagem. Não sabe o motivo? A coluna Segurança Digital explica.


Muitas redes sem fio públicas são configuradas de formas inseguras: sem nenhuma senha – caso em que os dados trafegados ficam visíveis para todas as pessoas –, ou com senha compartilhada, caso que ainda revela o conteúdo da comunicação aos demais participantes da rede. O ideal para uma rede pública é um protocolo chamado de WPA Enterprise, no qual cada utilizador usa uma chave de segurança diferente – como é o caso da rede celular. Mas são poucas redes WiFi que fazem uso desse mecanismo.

Na prática, isso significa que uma pessoa que está do seu lado pode ler as mensagens que você está enviando e recebendo, seja um e-mail, bate-papo ou até preenchendo um formulário de contato em um site que não utiliza criptografia.
Existem recursos que permitem que os softwares protejam as comunicações, mas nem todos se preocupam com isso, afirma Raphael Labaca Castro, especialista em segurança da fabricante de antivírus Eset. “O objetivo do desenvolvedor é dar um recurso para fazer a comunicação. Mas ele pensa que a segurança não é problema dele”, diz. “Falta um pouco de conscientização por parte dos desenvolvedores na hora de pensar na segurança”.
Um exemplo de software do gênero é o WhatsApp, programa de comunicação usado em celulares como forma de “substituir” os torpedos SMS. O WhatsApp não aplica segurança nas mensagens enviadas, permitindo que qualquer pessoa que esteja na mesma rede sem fio possa ler as mensagens WhatsApp enviadas e recebidas pelos demais participantes.
O especialista da Eset revela que existe um software chamado WhatsApp Sniffer para que qualquer pessoa, mesmo sem grandes conhecimentos de rede, faça a interceptação.
A continuação desta matéria você encontra aqui > G1 - Tecnologia e Games

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